quarta-feira, 25 de março de 2009

Pede pra sair...

Brasil figura entre os 14 países mais perigosos para os jornalistas
Da Redação do Comunique-se


O Brasil entrou na seleta lista dos 14 países mais perigosos do mundo para o exercício do jornalismo. O estudo “Índice da Impunidade”, promovido pelo Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), inclui as nações com cinco ou mais casos de assassinato de jornalistas não solucionados pelas autoridades locais.
“O Brasil é o único estreante do índice de 2009. Embora as autoridades brasileiras tenham processado com sucesso alguns assassinos de jornalistas, esses esforços não compensaram as altas taxas de violência contra a imprensa no País”, informa o documento.
O ranking é liderado pelo Iraque, seguido por Serra Leoa e Somália. O Brasil ocupa a 13ª colocação, na frente da Índia, último país da lista. Da América Latina, entram também a Colômbia e o México.

* * *

E eu, ingenuamente, pensei que ainda estivesse segura permanecendo por aqui. Ser natural, morar e atuar num país que ocupa a 14ª posição é preocupante para a categoria. Principalmente quando não vivemos mais no período da ditadura e que, ainda, mesmo que parcamente, a lei de imprensa nos conceda alguns benefícios em relação as condições de trabalho.

Já especificamente sobre a segurança física, como comentou o estudante Thiago Tavarez Matias, no site do Comunique-se; "no Brasil é perigoso ser jornalista, policial, vendedor, minerador, professor, pediatra, cabeleireiro, etc. Quero novidade!!!"

Outra matéria divulgada no sítio é sobre a decisão que o STF irá tomar em 1º de abril sobre a Lei de Imprensa e a obrigatoriedade do diploma. Parece até brincadeira, mas foi marcado para o dia dos bobos, digamos assim, o "juízo final". Vamos aguardar então...

quarta-feira, 18 de março de 2009

Gestão de crises está em novo paradigma


COMUNICAçãO Quarta-feira, 18 de Março de 2009 10:42
Fonte: Coletiva


Uma crise pode afetar ou destruir a reputação, a imagem, o clima organizacional, a confiança de clientes e a credibilidade de uma empresa ou instituição por vários anos. Pode também afetar resultados econômicos e financeiros, assim como trazer prejuízos profissionais. Um planejamento empresarial que inclua o gerenciamento e a comunicação de crises nas empresas é hoje uma exigência da economia globalizada e apresenta demanda crescente na Europa e nos Estados Unidos. Sua importância estratégica, na opinião do jornalista Waltemir de Melo, pode ser atribuída à valorização que a opinião pública está dando para as questões comportamentais, à ética empresarial, ao respeito aos valores sociais e à possibilidade da quantificação econômico/financeira das crises mal-administradas.

Ao participar do Curso de Especialização em Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, o jornalista registrou que o conceito de crise no passado cercava a ideia dos grandes acidentes, mas nos últimos 10 anos este paradigma foi alterado. Agora, de acordo com o especialista, abrange vários outros impactos, inclusive de pequena escala, mas que interferem na gestão da reputação. O avanço tecnológico é um dos grandes impulsionadores, porque pela internet há a possibilidade de repercussão pública da questão por qualquer pessoa.

A vulnerabilidade é muito maior para pessoas e organizações. O novo conceito de crise fala em toda ação interna ou externa que pode impactar direta ou indiretamente a harmonia e os interesses de uma organização com públicos preferenciais. A crise de imagem, por sua vez, se constitui de um conjunto de eventos que podem atingir o patrimônio mais importante de qualquer entidade ou personalidade: a credibilidade, a confiabilidade e a reputação. “O trabalho é criar um cordão de isolamento e proteger este tripé”, resume Melo, e isto feito a toda constelação de públicos, cuja opinião precisa ser pesquisada e monitorada.

Entre os aspectos que conduzem a uma crise, ele cita os passivos ou acidentes ambientais; fusões, aquisições e fechamento de fábricas; instalações obsoletas e precárias; produtos com problemas ou uso de insumos polêmicos; investimentos inadequados; sabotagens em instalações e produtos; acidentes de trabalho; fraudes administrativas e fiscais. De toda maneira, não são raros os boatos deflagrados por ações predatórias da concorrência. E, independentemente da fonte, os efeitos negativos geram perda de acionistas ou de funcionários estratégicos, queda de produtividade, descrédito junto a clientes e mobilização sindical. O jornalista assinala que vai sempre haver deterioração de imagem, afora questões econômicas por eventual interrupção temporária de negócios. Em geral, exige disponibilidade de recursos humanos, materiais e financeiros para situações imprevistas.

Waltemir identifica três maneiras de atuar na crise: fingir que nada existe ou nada sabe; saber dos problemas e preparar-se para agir; e preparar-se de forma adequada e antecipada, adiantando problemas potenciais internos e externos. O palestrante situa nos comunicadores e nos advogados os únicos sujeitos indicados para cuidar de crises nas organizações, mas reconhece haver grandes dilemas exatamente entre as duas áreas pelo entendimento diferente da situação e dos desmembramentos. De toda forma, a política de administração de crises deve ser um dos elementos estratégicos pensando na continuidade do negócio. Por isso, resumir o gerenciamento a questões de imagem é equivocado, porque ainda há problemas com processos, gestão de negócio ou recursos humanos, que na maioria dos casos são a verdadeira fonte de crises. Sugere então elaborar um Programa Preventivo para Administração de Crises, onde a elaboração de um manual é ferramenta básica.

Perfil

Waltemir de Melo é graduado em jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero. Possui especialização em Business Continuity Plan (managing, developing and testing) e Business Communication Tecnologies pelo DRI International da IBM em Chicago/EUA. É Certificado pela International Air Transport Association/IATA em Airline Emergency Planning & Response Mangement. Possui formação nas áreas da ISO 14.000, ISO 9002, ISO 18.000 e ISO 17.799. É consultor, professor e sócio da CWM Comunicação, empresa especializada em programas preventivos de administração de crises, de comunicação de riscos e construção de imagens corporativas. Em mais de 20 anos de experiência na área de comunicação empresarial, atendeu clientes como Andrade Gutierrez, Arafértil Fertilizantes e Produtos Químicos, Bancos Bandeirantes e BMG, Chrysler Corporation/Marca Jeep, CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, Close - Up of Japan/Grupo Mitsui, Éffem Produtos Alimentícios / Grupo Mars, Kimberly Clark Brasil, McDonald's, Philips do Brasil e Telefônica, entre outros.

Sua palestra foi estruturada sobre vários exemplos de impasses passados por organizações mundiais, como no caso da Parmalat, Opportunity, Tylenol, Microvlar, balas Van Mele e até o transporte de familiares do Presidente Lula por avião oficial. A organização do evento é do GestCorp, coordenado pela professora Margarida Kunsch. Para mais informações sobre o curso, acesse http://gestcorp.incubadora.fapesp.br/portal ou solicite informações a gestcorp@eca.usp.br e 11-3091-4224. (Por Rodrigo Cogo)

Comissão aprova criação do Dia Nacional do Jornalista

Da redação do Comunique-se

No dia 07/04, data de fundação da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), será comemorado o Dia Nacional do Jornalista. O projeto foi aprovado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) nesta terça-feira.
O relator do projeto PLC 169/08, senador Gerson Camata (PMDB-ES), afirma que a homenagem se justifica já que a postura da ABI e os jornalistas contrários às afrontas cometidas contra o Estado de Direito no País foi histórica.
O projeto segue para votação no Plenário.

Liberdade, Igualdade e Fraternidade

O lema da bandeira da França nunca recebeu melhor adaptação do que o modo de vida de quem participa de motos clubes

by Elaine Barcellos de Araújo

“Motociclismo é liberdade, paz e amizade. É respeitar ao próximo e seguir seus ideais. No nosso grupo é assim, a gente mantém a união respeitando o individualismo. Aqui tem de tudo, gente de classe baixa e alta, não importa, porque somos todos iguais no Escorpião da Noite, disse o presidente do moto grupo da cidade paranaense de União da Vitória.
Gilberto Batista Correa, conhecido como Beto Louco desde pequeno em sua cidade, é o presidente do grupo. Ele explica que para ingressar na irmandade, não é um processo simples. Tem que provar que é merecedor de ser um Escorpião da Noite. “Para ser um dos nossos não pode ser um arruaceiro, tem que respeitar as regras de trânsito, ter um comportamento legal”, diz Beto Louco, que aceita que o interessado acompanhe o grupo durante o período de “análise” do pedido. Só depois que todos os integrantes dão o aval positivo, é que o motociclista aspirante é aceito oficialmente no grupo.
Cada grupo tem suas regras, mas todos são unânimes em manter o respeito, o comprometimento, a liberdade e a amizade como critérios de avaliação de quem deseja ingressar num moto grupo. Claro que o prazer em usufruir do veículo e viajar estrada afora são pontos principais e para todo motociclista isso já está implícito. Para os Aves Negras, moto clube que existe há 29 anos em Videira e é o precursor na cidade, vale o mesmo. Tanto que carregam em sua bandeira o lema: Liberdade, Humildade e Amizade.
MOTOS GRUPOS

Luís e Alberto
Os Karas – Porto União da Vitória (PR-SC)


Nós temos em comum o lazer, a liberdade e a responsabilidade sobre a moto. Todos que integram Os Karas possuem essa afinidade, além do sentimento de amizade. É com base nesses pilares que a gente sai para confraternizar pelas estradas do país. Também é com a mesma dedicação que realizamos ações sociais nas nossas cidades irmãs, Porto União, em Santa Catarina, e União da Vitória, no Paraná.



José e Maria
Rota 66 – São José (SC)


Nós respeitamos a identidade, individualidade e a liberdade de cada integrante do grupo, que é composto por 16 pessoas. É com base no respeito que permeamos nossas atividades, que é a confraternização que acontece com os encontros de motociclistas pelo país. Nós aproveitamos esses eventos para fortalecer os laços de amizade, fomentar as relações sociais, além das que praticamos no cotidiano em nossa cidade sede, como auxiliar na manutenção de uma creche.



Pedro e Fábio
Road Brothers – Curitiba (PR)


União, amizade, comprometimento, responsabilidade, liberdade, moto e estrada. Isso é o que move a gente que integra os Road Brothers. O moto grupo existe há dez anos e a cada ano que passa a gente conhece mais pessoas, fomenta as relações pessoais com novos costumes e culturas, além de ser apresentado a uma nova cidade a cada viagem. Conhecer Videira para nós é a realização de um sonho, pois já tínhamos ouvido falar da cidade, cujo povo nos recepcionou calorosamente, nos proporcionando um encontro harmônico e diversificado.



Moto Clube Ave Negra é precursor em Videira

FOTO DIVULGAÇÃO/CORREIO DE VIDEIRA

Moto grupo Ave Negra: 29 anos de liberdade, humildade e amizade

Quando as motos começaram a surgir em Videira, nos anos 80, o sangue dos jovens começou a ferver. Com as máquinas, vieram também as competições tanto regionais quanto estaduais. Os motociclistas da época queriam participar, mas tinham que estar ligados a uma instituição e o Ave Negra surgiu naturalmente.

Foi assim que foi oficializada a participação dos competidores nas provas de velocidade e cross em Videira. “Com o tempo nós fomos conquistando algumas coisas. Uma delas foi uma pista para competição, no Distrito de Rio das Pedras, que era uma das melhores de moto cross no Estado”, lembra o presidente do moto clube, Pedro Machienavie.
Já de início o grupo era formado por um grande número de pessoas: 24. Hoje tem 13 integrantes, sendo três ainda da formação original. “Alguns já morreram, outros se mudaram ou saíram, enquanto nós, que ficamos, somos chamados de jurássicos pelos mais novos”, comenta Pedro. Depois do surgimento do Ave Negra, outros grupos foram surgindo na cidade, alguns até com integrantes da primeira formação.
Para ingressar na instituição que tem quase 30 anos de formação, os critérios de base é gostar de moto, ter amizade com os colegas e ser uma pessoa bem vista na sociedade. “Nós não fazemos distinção de classe social ou de cilindradas da motocicleta. Respeitando esses critérios, qualquer pessoa com qualquer moto pode participar”, disse o presidente.
Pedro lembra que hoje a função do moto clube é realizar viagens, campanhas educativas e o encontro de motociclistas, cuja cada edição começa a ser planejada com seis meses de antecedência.
* * *
Fotos e Textos
Elaine Barcellos de Araújo

Veículo
Jornal Correio de Videira

Data de Publicação
7 de Março de 2009

Cidade
Videira - Santa Catarina

domingo, 15 de março de 2009

Na alegria ou na tristeza


Jovem de 17 anos morreu ao cair da moto que pilotava*

Repórter é assim: fala com todo mundo e em situações das mais diversas. É na alegria, é na tristeza. Mas são nos momentos de dor que mais somos lembrados. Temos inclusive o apelido de abutres quando estamos lá, fazendo a cobertura de alguma tragédia. Relatando os detalhes de um desastre automobilístico ou natural; um homicídio ou morte de causas naturais.

Em se tratando de cidade pequena, como a que moro, com cerca de 50 mil habitantes, sendo milhares deles residentes na zona rural, afastados geograficamente da “violência social e urbana” da cidade, tem coisas que é muito importante sair no jornal. A página policial com assuntos tórridos é uma delas. Capa legal e campeã de vendas nas bancas é quando tem prisão de traficantes (principalmente quando tem gente da “alta” envolvida) e homicídio. Como todo mundo se conhece, todo mundo sabe a história de vida de pelo menos um dos envolvidos; seja a vítima, ou, seja o autor do crime.

Bom, uma coisa é certa: Se somos abutres, somos porque o leitor – no caso da mídia impressa - tem uma predileção em saber, com detalhes, como o vizinho foi preso, assaltado ou morto. Se tiver sangue então, eles têm uma necessidade que parece natural em conhecer tudo que aconteceu, com riqueza de detalhes. Se tiver mistério em torno da história, a gente tem que descobrir e relatar para os leitores. Se for um caso passional (putz!) chegam a nos (repórteres) parar na rua para revelar detalhes – essa parte é legal - ou pedir a confirmação do que eles já estão carecas de saber.

Enfim, se não há prisões, mortes ou furtos, não há notícia no interior. Desculpe. Tem sim! Os interioranos também adoram ver seus exemplos de vida estampados no jornal. São os 15 minutos de fama que cada um quer ter e ver como exemplo social, exemplo para as crianças ou apenas como forma de exibicionismo. Compreendo isso bem, essa sensação do estrelismo, essa necessidade de provar àquele seu “amigo” ou para o pai e a mãe de que se venceu na vida. Eu entendo isso, talvez pelo meu perfil vaidoso, pela questão étnica ou sócio-econômica. Ou tudo junto.

Só sei que disso daí eu entendo e gosto de reportar, mas acidente, tristeza, morte, ladrões, ou seja, tudo relacionado a polícia, eu odeio. Mas repórter, e de cidade pequena ainda, é peão. Faz até cobertura de velório de anônimo virar notícia de capa. Infelizmente.


* Difícil é ter que falar com os pais, no momento da dor da perda de um filho e ainda ter que fazer uma foto do velório. Não dá para pedir licença para as pessoas para poder registrar o melhor ângulo. Nem subir num banquinho para fazer uma foto mais "informativa". Sorry, mas não consigo (minha Olympus X-775 ainda me salvou com essa imagem).

sábado, 14 de março de 2009

Feira do Livro de Videira - Coluna


Há três eu ouço cochichos de corredores sobre a instalação de uma feira do livro em Videira. Já cheguei até a sonhar com o evento, onde barracas de livreiros se espalhavam numa área que era composta por palco para show ou esquetes teatrais, oficinas de literatura, workshops, um cantinho para sessões de autógrafos, concurso de redação e ilustração e, claro, a praça de alimentação num canto e o bar da feira no outro... Não igual, mas com os mesmos atrativos com a tradicional Feira do Livro de Porto Alegre.
Fico imaginando o trabalho que os educadores poderiam desenvolver em sala de aula e na própria Feira, junto com o escritor ou com o “oficineiro”. As pessoas circulando entre as bancas das editoras, procurando seus livros tão sonhados, os lançamentos ou então pesquisando. Vendo os intelectuais e os pseudo-intelectuais se encontrando para o bate-papo no final da tarde...
Enquanto eu ficava sonhando, o engenheiro Valério Pietro Mondin circulava pelos corredores da Prefeitura Municipal, da universidade, de escolas com relatórios e a proposta para a implantação da dita cuja. Mas sem coro, sem resposta e sem apoio de nenhuma organização pública ou privada, o sonho do engenheiro (e o meu) foi se mantendo no campo da ilusão. Afinal, um soldado só não ganha a guerra.
Já está na hora de uma comissão se formar e começar a planejar a Feira do Livro de Videira, afinal, somos um município em pleno desenvolvimento sócio-econômico, um pólo regional; então, que mostremos nosso valor na área cultural também.


Corpo de Bombeiros

A Secretaria da Segurança Pública e Defesa do Cidadão (SSP) vai abrir concurso público para ingresso no Corpo de Bombeiros Militar. O edital ainda está em fase de elaboração. Serão disponibilizadas 60 vagas para preenchimento do quadro de oficiais da corporação. Vinte candidatos, após aprovados, serão chamados ainda este ano. Os outros 40 serão chamados em 2010 e 2011, respectivamente. O concurso terá validade de três anos.

O governo também autorizou o chamamento de mais 153 soldados-bombeiros remanescentes do concurso de 2008. Eles serão contatados pela Acafe, responsável pela elaboração e aplicação do concurso. O salário inicial de um aluno-soldado do Corpo de Bombeiros é de R$ 1,3 mil. Concluído o curso de formação ele passa a receber R$ 1,7 mil.

Prêmio Assiduidade

Fiquei pasma ao ler a notícia de que a Secretaria Estadual de Educação de SC vai pagar um prêmio ao professor que tiver pouquíssimas faltas no ano passado. Mais de 7,5 mil dos 19.633 efetivos que formaram o quadro de professores da rede pública estadual em 2008 serão beneficiados. Eles vão receber o Prêmio Assiduidade porque tiveram menos de três faltas no primeiro e menos de três no segundo semestre do ano passado. No total, o prêmio - que deve ter sido depositado nesta sexta-feira 13 -, chega à quantia de R$ 5.592.737,99. O prêmio que cada um dos 7.564 professores receberá equivale a 80% dos vencimentos da folha de dezembro de 2008. E tem gente que reclama ainda...

Cine Semana

E a comédia nacional Se Eu Fosse Você 2 segue na sua quarta semana no Grupo Cine Videira Shopping, nos horários das 17h15, 19h15 e 21h15, até o dia 19 de março. No sábado e domingo também há o horário das 15h15. Já a regravação do Menino da Porteira se mantém em cartaz na sua segunda semana; às 17h, 19h e 21 horas, além do horário especial de sábado e domingo (15 horas).

CURTAS

- A banca de jornais e revistas em frente ao Espaço Vip Perdigão, na esquina da Rua Saul Brandalise, está sob a direção do sargento Parisi e sua esposa, que já “repaginaram” o local e ainda oferecem novidades.

- O ramo de cafeterias está esquentando em Videira. Pra quem gosta de apreciar um “pretinho básico”, ou outros sabores, há uma nova alternativa na Rua Saul Brandalise – Moinho de Ventos.

- Linda homenagem que a Perdigão fez em alusão ao Dia Internacional da Mulher, trazendo a exposição “Nísia Floresta – Uma Mulher à Frente do seu Tempo”. A mostra relata a história da abolicionista, indianista, nacionalista e precursora dos ideais feministas no Brasil.

- No próximo dia 19 será lançado o Projeto Encontro Marcado, que este ano trás o escritor catarinense Fábio Brüggemann. Quem quiser conhecer um pouco do guri é só dar uma olhada no Blogue do
Brüggemann

quinta-feira, 12 de março de 2009

Biografia de Roberto Carlos continua proibida


Charge de Edson Takeuti
Texto - Comunique-se
A biografia não-autorizada de Roberto Carlos escrita pelo jornalista Paulo César Araújo continua proibida de voltar às livrarias. Por maioria, desembargadores da 18ª Vara Cível do Rio (dois votos contra um) negaram provimento ao recurso do autor de “Roberto Carlos em detalhes”. Araújo vai recorrer da decisão.
Cada um dos desembargadores receberam da advogada do jornalista, Deborah Sztajnberg, um exemplar da obra, anexado a um memorial do caso. Na semana passada, o desembargador Jorge Luiz Habib pediu vista no processo, ganhando uma semana para analisar os autos.
Apesar da derrota, Araújo continua otimista. Ele contou que o desembargador Jorge Luiz Habib, que fotou favorável à volta da obra às livrarias, não se limitou apenas a divulgar seu voto. “Ele fez um esforço tremendo para tentar mudar o voto dos colegas. Disse que conclamava seus pares a não dar continuidade a essa proibição. Usou argumentos juríficos para que continuemos a luta”, relatou o autor.
O jornalista continua confiante. “Mais cedo ou mais tarde essa proibição se tornará insustentável”.

terça-feira, 10 de março de 2009

O seu jornal favorito

video

Se o jornal é bom, ele é bom. Ele se torna o melhor e o pior amigo do homem empresário. Não resta a menor dúvida! (Mas o marketing... Ah, o marketing é a alma do negócio)

segunda-feira, 9 de março de 2009

Jornalismo diário



Há uma semana chegou a novidade. Era uma segunda-feira. 2 de março. O telefone tocou e eu desci sem nem ao menos degustar a minha última segunda-feira de folga. De semanal, o jornal passaria a ser diário já a partir daquela terça-feira (3).

Passamos de 24 para oito páginas num piscar de olhos. Parecia tão difícil a experiência e não sei porque tanta resistência dos diretores de jornais de Videira em aderir ao sistema de vez. Achei boa a dinâmica. Cansativa, mas boa. Se pautar, apurar as informações e redigi-las sem delongas é a meta diária agora. O bom de tudo isso é que se chega em casa - cansado, eu sei - sem ter que pensar nas pautas de amanhã, até que chegue o amanhã.

A segunda-feira passou e a manhã do dia seguinte nunca foi tão esperada assim, como na semana passada. Desci da natação ainda agitada, cansada para o início da semana, mas ansiosa para ver o resultado, impresso do que foi feito um dia antes. É nesse momento em que pensei: "Quem quer ler o jornal de ontem com notícia de anteontem?"

Enfim, essa novidade me trouxe várias perspectivas profissionais e de desenvolvimento. Torço, enfim, para que dê tudo certo. Vamos aguardar!

sábado, 7 de março de 2009

Personalidade




Karam, o médico desbravador
Não foi engenheiro porque não era bom em matemática. Para ser advogado teria que falar em público, então escolheu a medicina e acabou salvando vidas durante décadas

Ele não era bom em matemática, então descartou a profissão de engenharia. Também não era bom em oratória, por isso não se formou advogado, então sobrou a medicina e em 1943, com 24 anos, estava formado. Hoje, Francisco Karam, gaúcho de Bagé, filho de libaneses, tem 90 anos e ainda muita história para contar, dedicação e força para trabalhar.

Disposição não lhe falta, mesmo que seu dia comece e termine cedo. Com quatro horas diárias de consultório, o clínico geral mantém-se ativo e atual no exercício da profissão. Ao completar nove décadas, ele fala sobre suas experiências, desde o tempo em que começou na medicina, na cidade de Tupandi (RS). “As grandes cidades já estavam saturadas de médicos, enquanto em outras, de menor porte, havia um déficit”, lembra o médico, que comenta que há mais de 60 anos, o mercado de trabalho nas grandes cidades já estava saturado.

Ele veio noivo para Arroio Trinta, depois de passar dois anos atuando na cidade gaúcha. “Cheguei no vilarejo em 1946, quando ainda haviam pinheiros. Na época, não tinha mais de trinta ou quarenta casas e uma igrejinha de madeira”, recorda o médico, que teve que trocar o dicionário de alemão (que usava para se comunicar com os pacientes em Tupandi – RS) pelo de italiano quando se transferiu para cá. Foi em Arroio Trinta onde ele teve um grande feito médico: uma craniotomia.

O fato aconteceu em Maio de 1947. Um agricultor havia se acidentado na roça e como médico da região fez o atendimento. O agricultor Atílio Rech, de 32 anos, "derrubava o mato" para fazer uma queimada e plantar a roça, mas uma das árvores caiu sobre ele, causando-lhe uma hemorragia na cabeça que lhe causaria a morte se a pressão não fosse aliviada. “Ele foi entrando em coma e eu tive que operá-lo ali mesmo para descomprimir o crânio. Saiu aquele sangue, o cérebro aliviou e ele viveu 50 anos depois disso”. Sua sala de operações era no hospital de madeira, cuja iluminação era de lampião e o dono do hospital o ajudara na anestesia e a esposa do paciente na operação. Essa experiência foi a que mais marcou em sua vida como médico. “Eu era recém formado, havia quatro anos, tinha mais coragem”, complementa.

Para quem quer saber sua receita de bem-estar e saúde, Dr. Karam não esconde: “Todos sabem que beber e fumar fazem mal a saúde e eu não bebo e nem fumo. Durmo e acordo cedo, trabalho e faço exercícios.” Francisco Karam completou 90 anos no dia 5 e comemora a data com a família e amigos. Ele tem oito filhos, sendo seis naturais de Arroio Trinta e dois de Videira. De todos eles, apenas um seguiu a carreira do pai; uma ginecologista que atua em Florianópolis.

Perfil

No último dia 5 de março, quinta-feira, o filho de pai e mãe libaneses, educado por uma madrasta uruguaia, completou 90 anos de idade. Gaúcho de Bagé (RS), cidade fronteiriça com o país vizinho, Uruguai, ele fez o curso de medicina na Faculdade de Medicina de Porto Alegre, atual Universidade Federal do Rio Grande do Sul, de 1938 a 1943. Foi médico em Tupandi (RS), Arroio Trinta (SC) e em Videira (SC), onde continua até hoje exercendo sua profissão.

Acompanhou as mudanças da medicina, especializando-se em Raios X e ultra-som. É membro titular do Colégio Brasileiro de Radiologia. Escreveu artigos médicos publicados nas décadas de 40 e 50 nas revistas "O Hospital" e “Revista Brasileira de Medicina”, ambas editadas no Rio de Janeiro.

Na literatura tem dois livros publicados, um se trata de uma sátira política, nominado de Pedra Branca, publicado pela Rio Quinze Editora, em 1993. O segundo é um livro de crônicas, lançado em 1998, pela Editora Insular. Memórias de Um Médico do Interior traz suas experiências na profissão, desde o primeiro momento em que começou a exercê-la, em Tupandi.
Ele é casado com Lourdes, há 63 anos, e com ela tem oito filhos, 19 netos e 12 bisnetos.

* * *
Fotos e Textos
Elaine Barcellos de Araújo
Veículo
Jornal Correio de Videira
Data de Publicação
7 de Março de 2009
Cidade
Videira - Santa Catarina

"Mar de gente"


VII Encontro de Motociclistas em Videira, Meio-oeste catarinense

No último final de semana, dias em que houve a comemoração do aniversário de 65 anos de Videira, conferimos um grande fluxo de circulação de pessoas na região central da cidade. Era o povo prestigiando a programação diversificada, com shows de bandas, de manobras radicais com motos, os produtos em exposição, as máquinas, lanchando na praça de alimentação provisória, entre outros. Um verdadeiro espetáculo!
Mas não é todo final de semana que podemos fazer aniversário e isso me lembra que voltamos a estaca zero no quesito entretenimento. Porém, serviu para mostrar à iniciativa pública e privada, que a população comparece, a população consome, a população prestigia os eventos culturais e promocionais. Basta ser focado, ser de interesse geral, ser programado e planejado com atenção e dedicação. Estamos em março a recém, ainda dá tempo para surgirem algumas iniciativas que agregue novamente as pessoas, para ver novamente, um mar de gente, como rege a música do grupo O Rappa.
Imagine o benefício que faria para a economia local um evento deste porte - que não é grande e nem pequeno, é ideal – a cada três ou quatro meses? Fomentaria o turismo regional, de negócios, cultural; estimularia o surgimento de novos negócios talvez, como empresas articuladoras de eventos e campings; favoreceria a hotelaria, os restaurantes, o comércio... Enfim, seria um agrado a sociedade, com atrações diferentes durante o ano. Só precisamos de empreendedores para isso. O moto clube Ave Negra, e seus parceiros, mostraram que é capaz de organizar um evento e isso é inegável para quem circulou pela Beira Rio no último final de semana.
Claro que durante o final de semana de aniversário de Videira, os cidadãos foram comemorar os 65 anos de emancipação político-administrativo do município. Porém, com organização, projeto, infra-estrutura e opções culturais, a capital da Uva e do Vinho poderá ‘bombar’ durante os 12 meses do ano. Mas, por enquanto, vamos resta-nos aguardar o VideiraFest.


Dia do Turismo
No Brasil, o dia 2 de março é a data destinada ao turismo. Segundo a Organização Mundial de Turismo, a atividade corresponde a 10% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial, chegando a agitar US$ 3,4 trilhões. Dessa movimentação, gera crescimento em outros importantes setores da economia de uma região milhões de empregos e atinge grande impacto nas áreas sociais, políticas e culturais das regiões em que ocorrem. No Rio de Janeiro, Salvador, Aparecida do Norte, Natal, Gramado, Pantanal Mato-grossense, Litoral catarinense são localidades em que o turismo é responsável por melhorias nas estruturas físicas, nas condições de vida da população e gerando mais empregos.

Encontros de veículos
Uma das paixões do brasileiro é o automóvel. Alguns são amantes dos modelos que fizeram história, como os proprietários dos carros antigos que expuseram suas máquinas no último final de semana, em Piratuba. A cidade das termas teve a iniciativa de organizar o I Encontro de Veículos Antigos (27 de fevereiro a 1° de março). O evento contou com cerca de 130 automóveis que foram expostos de sexta a domingo no Parque Termal e na Rua 13 de Março, a rua dos hotéis. Os antigomobilistas que estiveram na cidade mostraram vários carros ao público, de diversas marcas e modelos. O encontro fez parte da programação de aniversário de Piratuba, que completou 60 anos no dia 18 de fevereiro.

Cine Semana
É a vez do cinema nacional no Grupo Cine Videira Shopping. Entrou em cartaz ontem (6), o drama O Menino da Porteira, de Jeremias Moreira. O filme é uma refilmagem da produção original de 1976. Na época, o papel do boiadeiro Diogo, hoje encenado pelo cantor Daniel, foi estrelado por outro músico, Sérgio Reis. A nova produção está passando em quatro sessões: 15 horas no final de semana, 17, 19 e 21 horas de segunda a quinta-feira. Já o Se Eu Fosse Você 2, segue em cartaz mais uma semana, com sessões às 15h15 no final de semana e as 17h15, 19h15 e 21h15 de segunda a quinta-feira.

Curtas

- O governo federal fechou um projeto para que estudantes de medicina e de cursos de formação de professores de educação básica possam pagar sua faculdade trabalhando na rede pública, após a conclusão do curso. Discutido por dois anos, a proposta recebeu o aval do Ministério da Fazenda. Essa decisão agora precisa ser implementada rapidamente agora.

- Custo da cesta básica em fevereiro caiu em 14 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese. Em Florianópolis, a queda foi de 1,64%, com o custo da cesta composta por 13 itens, reduzindo para R$ 227,98. Mas no acumulado dos 12 meses, o reajuste continua alto na Capital, fechando em 17,54%.

- Nos últimos 20 anos, participamos pouco no mercado de trabalho, passando de 33,7% para 42,7% apenas. Nosso salário também é 16,6% menor do que o pago aos homens (R$ 703,06 contra R$ 655,63). Então porque a gente trabalha mais e faz jornada tripla? Em alguns setores, como na indústria, a diferença salarial chega a 21,7%. Os números foram divulgados ontem pelo Sistema Nacional de Emprego em Santa Catarina (Sine/SC).

quarta-feira, 4 de março de 2009

Pode ser verdade mas talvez não seja


Milton Coelho da Graça (o cara da esquerda) e Carlos Piotrowski



Relações entre colunistas (de todas as naturezas) e fontes sempre tiveram característica diferente daquelas cultivadas por outros jornalistas.
Uma repórter como Ramona Ordoñes, do O GLOBO, com muitos anos de experiência na Economia e, particularmente, na área de petróleo, sabe tudo, conhece todo mundo e, melhor, sabe quem sabe o que ela não sabe. Com pequena dica, corre atrás e tanto pode produzir uma materinha para o dia ou uma grande e completa série ou dominical. Com décadas de ralação, ela sente o cheiro de marreta ou "plantação" em qualquer informação passada por interessado ou assessor.
Já para o colunista - diário ou semanal - o desafio principal é preencher aquele espaço determinado. Governos e empresas gastam cada vez mais dinheiro para conseguir divulgação de produtos e atividades, não somente com publicidade mas, principalmente com jeito de "notícias". Ele até pode sentir o cheiro de "plantação" quando um assessor lhe passa uma "exclusiva", mas acaba aceitando.
Vejam essas notinhas que estou inventando mas se parecem muito com outras que saíram recentemente em jornais ou revistas:
1. "O ministro Edson Lobão viajou ontem de Brasília para o Rio na cadeira P-5, lá atrás e no meio, imprensado entre dois outros passageiros gordinhos. Mas em momento nenhum pediu qualquer privilégio, disse à atendente da empresa aérea que era a qualquer outro passageiro."
2. "O presidente Lula e dona Marisa dormiram muito pouco na noite de quinta-feira passada, preocupados com o estado de saúde do vice-presidente José Alencar. Além de colocarem uma secretária em plantão permanente, também se revesaram em ligações para o hospital Sírio-Libanês, em São Paulo."
3. "O superempresário Eike Batista está preocupado com o desemprego no Brasil. E tem passado horas, sozinho em seu gabinete, comparando os números de vários países e a eficiência de cada medida de alívio tomada em nos países do G-20."
Uma ou até todas essas notícias - totalmente inventadas por mim - poderiam ser verdadeiras. Mas a verdade não é importante no caso. Outras, bem parecidas com essas, já foram publicadas em colunas de revistas e/ou jornais. E certamente todas foram passadas "só para você" por um dos ótimos e espertos jornalistas que trabalham como assessores de comunicação no Planalto, em outros palácios ou empresas.
Tá certo, Milton, como é que você prova isso? Bem, venho lendo teimosamente esses colunistas e recortando as notas "espertas". Por exemplo, após reunião super-reservada no Planalto, sempre aparece uma ou duas notinhas "exclusivas" sobre uma frase ou uma atitude do Presidente, que obviamente não poderia ter sido passada por ele mesmo nem qualquer outro dos participantes.
A sabedoria do assessor - ou malandragem, como cada um preferir - é exatamente essa, a de dar uma notícia boa para o assessorado e relativa a algo que, mesmo sem ter ocorrido, não possa - de jeito nenhum - ser desmentida. Para o colunista, resta o sabor da exclusividade, mesmo sem a preocupação da veracidade, seguindo o velho princípio italiano "se non è vero è bem trovato".
Leiam com atenção colunas de Folha, Globo, Estadão, Veja, Istoé, Época e identifiquem vocês mesmos os especialistas em "plantação".

(*) Milton Coelho da Graça, 78, jornalista desde 1959. Foi editor-chefe de O Globo e outros jornais (inclusive os clandestinos Notícias Censuradas e Resistência), das revistas Realidade, IstoÉ, 4 Rodas, Placar, Intervalo e deste Comunique-se.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Jornalistas assassinados



Vinte e seis colegas morreram desde o começo de 2009

GENEBRA, Suíça (AFP) - Vinte e seis jornalistas foram assassinados nos dois primeiros meses de 2009 no exercício de seu trabalho, ante os 16 mortos em janeiro e fevereiro de 2008, denunciou nesta segunda-feira a organização não governamental "Presse Emblème Campagne" (PEC).
Quinze jornalistas morreram em janeiro e outros onze em fevereiro, segundo a Ong, com sede em Genebra e que trabalha em prol de uma melhor proteção para os profissionais de imprensa nas zonas em conflito.
"Em vez de melhorar, a situação piora", lamentou o secretário-geral da PEC, Blaise Lempen. Em 2008, 91 jornalistas perderam a vida no exercício de sua profissão, recordou.
Segundo a Ong, desde o começo de 2009, a maioria dos profissionais morreram em Gaza, durante a ofensiva de Israel (quatro), e no Paquistão (outros quatro).
Seguiram-se a Somália (dois), Rússia (dois), México (dois), Sri Lanka (dois), Nepal (dois), Venezuela (dois) e Iraque (dois). No Quênia foi assassinado um jornalista, o mesmo número nas Filipinas, em Madagascar e Colômbia.
A presidente da PEC, Hedayat Abdel Nabi, fez um apelo ao Conselho dos Direitos Humanos da ONU para que organize manifestação especial visando à proteção dos jornalistas durante sua sessão de junho.


Salete Lemos - certo ou errado?

video

Será que dá para saber o que originou a demissão da jornalista Salete Lemos da TV Cultura, em 2007? Não, claro que não. Pode ter sido seu comentário econômico ou simplismente uma limpeza na empresa, como vinha acontecendo na época. Porque, de repente, a "denúncia" do que aconteceu com o Plano Bresser, há 20 anos, pode ser tão relavante assim?

Pelo Sim ou pelo Não, eu, como jornalista, sei muito bem o que pode acontecer nos bastidores políticos de uma assessoria de imprensa de órgão público; assim como na diretoria de um jornal do interior. E ainda posso arriscar a opinar também sobre a área de produção de uma teve pública. Ou seja, nos bastidores da notícia, tudo tem dois lados de uma mesma moeda, mas de valores diferentes.

1001 possibilidades sobre o que pode ser conceituado como certo ou errado. Mas, quem sabe, nenhuma justificável...