terça-feira, 25 de agosto de 2009

Levantamento de peso:

Uma prática Saudável para Luana

Ela treina há três anos e já participou de vários campeonatos, sendo considerada a melhor atleta catarinense, na categoria até 18 anos

LUANA (NO CENTRO) É A MELHOR ATLETA CATARINENSE NO LEVANTAMENTO DE PESO, ATÉ 18 ANOS
Editoria A CIDADE

Enquanto muitas meninas fazem “biquinho” ao pegar algum objeto pesado, Luana Pereira nem chega a piscar os olhos. A jovem de 18 anos já bateu o recorde catarinense levantando 56 quilos no Supino. Tipo de exercício voltado para o desenvolvimento dos músculos peitorais, entre outros. Mas agora, ela já aumentou quatro quilos. Enquanto está deitada para cima, Luana abaixa uma barra com pesos até a altura do peito, e então a empurra para cima até que seus braços estejam esticados, ou quase isso.

Mas engana-se quem pensa que a auxiliar administrativo parece-se com uma fisiculturista. A menina que treina desde os 15 anos, por influência do irmão e treinador (conhecido como Rudi BamBam), é forte e tem músculos definidos, mas de acordo com sua estrutura física, sem exageros. Até porque, o halterofilismo é um esporte cujo atleta busca levantar a maior quantidade de peso possível, por meio de uma barra. Como objetivo, o desportista visa desenvolver a potência (força rápida e explosiva), técnica, flexibilidade, coordenação e equilíbrio. Já um fisiculturista treina e compete com o objetivo de mostrar a melhor formação muscular. Sua disputa ocorre em apresentações coletivas ou individuais, de comparação, e os requisitos são volume, simetria, proporção e definição muscular.

Quem não a conhece, não imagina que Luana já participou de vários campeonatos, tendo como resultados os títulos de campeã regional e bi-campeã catarinense de supino. Ela, inclusive, é considerada como melhor atleta catarinense até 18 anos. Resultado obtido com uma rotina de treinos diários, das 21 às 22h30. “Em vésperas de campeonatos procuro intensificar meus treinos, ter cuidados com a alimentação e dormir bem”, comenta a atleta, num tom de voz calmo, sob uma expressão sorridente.

Para ela, a prática desportista significa um hábito de vida saudável, que só traz benefícios para a saúde do corpo. No caso do levantamento de peso, Luana explica que todo o ser humano tem a capacidade de ganhar força, só que para isso é preciso dedicação e esforço. Ela gosta tanto de praticar, que indifere até a possibilidade do preconceito a respeito do fato de ser mulher. “O preconceito existe. Algumas pessoas acreditam que o sexo feminino é frágil e não tem capacidade para desempenhar um papel no halterofilismo. Que comprovadamente não é verdade, já que meus títulos são melhores do que de muitos homens com a mesma idade do que a minha”, ressalta.

Como todo atleta, sua meta é superar seus próprios limites e conquistar títulos. O que até agora vem se efetivando. Luana diz que até hoje o halterofilismo só lhe trouxe orgulho, prestígio e reconhecimento pela sua dedicação.


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Jornal Correio de Videira
Edição 951 - Sábado e Domingo, 22 e 23 de agosto de 2009
Videira - Santa Catarina
Foto Divulgação


domingo, 23 de agosto de 2009

melhor não confiar nos post-it




Link

Eu adoro trabalhar com post-it espalhados pela mesa, monitor, telefone, paredes... Os amarelinhos são meus [clássicos] preferidos. Eles são minha segunda e melhor memória. Porque a primeira, com neurônios e massa cefálica, não presta!

Mas, depois desta animação - avistada primeiramente no blog Bem Legaus: O endereço das coisas legais -, melhor não confiar nos post-it.

Boa semana a todos!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Isso é só o começo

Jornalismo Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009 10:48
Diagramador é enquadrado como jornalista
Profissional entrou na Justiça para receber salário igual ao dos colegas de redação


O Tribunal Regional do Trabalho de Santa Catarina aceitou pedido de registro de jornalista feito por um diagramador do jornal Município Dia-a-Dia, da cidade de Brusque. Os juízes da 1ª Turma rejeitaram o voto da relatora e mantiveram decisão de primeira instância por entenderem não ser necessário o diploma de Jornalismo para o exercício da profissão, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal.

O autor da ação pediu o seu enquadramento como jornalista para receber as diferenças salariais previstas nas convenções coletivas da categoria e a aplicação da jornada de trabalho especial de cinco horas. O jornal contestou o pedido, alegando que ele não poderia ser enquadrado como jornalista por não possuir diploma de graduação na área. Em primeira instância, essa tese foi derrubada com base no Decreto-lei 972/76, que diz não ser necessária a graduação em comunicação social para o exercício da função de jornalista/diagramador.

O jornal recorreu e a juíza Águeda Maria Lavorato Pereira não só manteve a decisão anterior, como acrescentou em seu voto: “Esta discussão, aliás, restou superada uma vez que em recente decisão proferida no julgamento do Recurso Extraordinário nº 511961 (em 17.06.09), o pleno do STF derrubou a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista”. Da decisão, ainda cabe recurso ao Tribunal Superior do Trabalho.

Fonte: Coletiva.net

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Sim, isso é somente o início de uma novela que está longe do fim. Depois de 40 anos de luta pela qualificação e melhorias da profissão de jornalista, veio a oficialização do desrespeito, a marginalização de uma classe que dedica-se a formação cultural, histórica e intelectual de várias outras, por meio de sua atuação. Veio o fim da exigência do diploma para o exercício da profissão. Com esta ação do Supremo Tribunal Federal, anos de luta pela busca de um conselho normativo, por sindicatos fortes e idôneos, pela dissiminação da ética entre os núcleos, pelo respeito, pela união da categoria, por melhores salários e condições de trabalho, por especialização, entre outros benfeitorias, também foram renegadas.

Eu, pessoalmente, nunca quis ser advogada, médica, designer ou cozinheiro. Se assim o quisesse teria me especializado em uma dessas áreas. Não estudei para ser engenheira, ser analista de sistemas ou financeiro. Estudei para ser jornalista. Alimentei um sonho por anos e decidi começar pelo início. Pela academia.

Agora vejo que casos como esse do diagramador será o abre alas de muitos outros processos que abarrotarão os tribunais do trabalho em vários estados. Que assim seja então. Afinal, os ministros que decidiram. Nós, há muito tempo já perdemos o ranço, a vaidade, aos poucos, as vantagens trabalhistas, e agora, a regulamentação. Com essa regressão, em pouco tempo estaremos, novamente, vivendo tempos de censura.

sábado, 8 de agosto de 2009

O "X" da questão


Há uma semana prestei provas para um concurso público federal. A vaga era para jornalista [1], claro, e a função referente a assessoria de comunicação. Respondi as 40 questões de forma despretensiosa, pois sem estudar não tem como garantir um lugar ao sol, que é o que os meus 26 concorrentes estavam buscando para suas vidas profissionais.

Hoje em dia todos querem a garantia de um salário razoável, benefícios como auxílio saúde, transporte e alimentação. Sem falar na data certa para receber. Com os jornalistas não é diferente. O único problema é que a remuneração da categoria é diferente de estado pra estado, além de ser menor no interior - como se os profissionais que atuam fora da capital e da região metropolitana trabalhassem menos.

Essa desvalorização do profissional, do trabalho, da categoria está clara em nível nacional. O salário inicial para jornalista do Instituto Federal de Educação, Ciência e Educação [IFET] em Santa Catarina é de R$ 1,7 mil. O menor benefício referente aos cargos de nível superior. Bom mesmo é para quem será professor do IFET, o mínimo inicial é de R$ 3,5 mil, podendo chegar a salários superiores a R$ 6 mil.

Mesmo assim, nós buscamos vagas como essas para nos estabelecer na profissão, que considero como uma das mais instáveis entre os profissionais liberais. Até porque, para quem ganha o piso salarial, que fica em média em torno de R$ 1,2 mil na Região Sul, R$ 500 reais a mais, horário fixo e demais benefícios faz com que a gente reforce que valeu a pena estudar e se formar jornalista. Mesmo agora, quando um bando de políticos ignorantes tenha jogado no lixo todo o nosso esforço e superação.

Agora é esperar o resultado do certame, que está previsto para 17 de setembro próximo. E que vença a pessoa que marcou mais X nas alternativas corretas das questões.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Coluna: 1 de agosto

Produtos Orgânicos


Sempre fui uma incentivadora da produção de hortifrutigranjeiros orgânicos e da agricultura familiar. Por isso, que informou um endereço eletrônico que contém uma cartilha sobre produtos orgânicos, lançada pelo Ministério da Agricultura. O material informa a população sobre os benefícios de alimentos livres de agrotóxicos, bem como sobre a questão dos produtos transgênicos que "colocam em risco a diversidade de variedades que existem na natureza". Porém essas cartilhas não serão distribuídas porque a indústria dos alimentos transgênicos (Monsanto) entrou com uma ação que impede a distribuição. Como também defendo o direito a informação, divulgo o site onde a cartilha, ilustrada pelo cartunista Ziraldo, ainda é possível de ser encontrada: http://www.aba-agroecologia.org.br/aba2/images/pdf/cartilha_ziraldo.pdf



Riacho do Curtume
Que sirva de exemplo nos tempos de hoje. Na minha vã filosofia, o desabamento em parte da galeria do Rio Curtume, na Rua Luiz Ferlin Sênior [centro] é a resposta da natureza. Não dá para desprezar a necessidade de preservar o meio ambiente ou, pelo menos, respeitar as leis ambientais. Portanto, esse é um exemplo de que a ação de hoje é a reação de amanhã. Que há 50 anos atrás isso tenha sido ignorado por falta de conhecimento é fato. Porém, outras práticas que vão de encontro ao meio ambiente já não têm mais razão na atualidade.



Nelson e Everaldo


A dupla musical aqui de Videira está concorrendo com um vídeo no quadro Garagem do Faustão. Isso aí gente! São os talentos musicais da região divulgando seu trabalho e buscando oportunidades. Nada mais natural do que a gente dar apoio a quem é da cidade ou da região. Portando, votem no vídeo de Nelson e Everaldo, pelo link http://domingaodofaustao.globo.com/Domingao/Garagemdofaustao/0,,16989-p-V1088936,00.html Acessem, votem e divulguem a seus amigos também, afinal, o sucesso deles é também o sucesso do setor cultural de Videira, representado em mídia nacional.


A dupla Nelsom e Everaldo também possuem uma página no My Space (http://www.myspace.com/nelsoneeveraldo) e Youtube (http://www.youtube.com/watch?v=RqpBDS_M_6c). Não deixem de ouvir e baixar as canções dos músicos.

Cine Semana
Está em cartaz no Grupo Cine Videira até o dia 30, a animação A Era do Gelo 3 em quatro horários. A saga dos quatro animais em extinção pode ser vista às 15, 17 e 19 horas, além das 21h10. Já a sequência de Harry Porter, com O Enigma do Príncipe, poderá ser conferida nas sessões das 15, 18 e 21 horas. Para não perder a viagem é bom procurar chegar cedo ao cinema ou então adquirir o ingresso antecipadamente, principalmente nas quartas-feiras, quando todos pagam meia-entrada. Mais informações podem ser conferidas pelo site:
www.grupocine.com.br

Confraternização entre amigos


Na noite de 25 de julho, essa galera aproveitou o jantar organizado por Humberto Reolon para encontrar os amigos e se divertir. O grupo também não se fez de rogado e aproveitou a presença do deputado peemedebista, Romildo Titon, para um momento “paparazzi”. No cardápio, saladas, porco a pizza, pão e entrevero com pinhão.

RÁPIDAS
- Termina hoje (1⁰) a Festività All’Italiana em Arroio Trinta. Por uma semana, a cidade que é a capital da cultura italiana no Estado esteve em festa, ressaltando tradições e costumes de origem.

- Dia 5 acontece a 7ª Conferência Municipal de Assistência Social. O encontro discutirá temas de relevância social. O evento será realizado no Cevi.

- Na próxima quarta feira, dia 5, o simpático radialista Paul da Rosa estará de aniversário. Meus sinceros abraços e votos de felicidade ao comunicador e guri de Marcelino Ramos. Parabéns!


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Jornal Correio de Videira
Publicação em 1 de Agosto de 2009
Ano 17 - Edição 936