terça-feira, 22 de junho de 2010

O que é do amanhã, ao amanhã pertence [II]



Uma "rapinha" com o ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi (PDT)
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Terça feira tranquila. Saída tardia para o trabalho na cidade vizinha. Apuração de uma matéria extensa de polícia, sobre o possível envolvimento de um assaltante confesso de um taxista de Fraiburgo (SC) no caso de latrocínio a outro taxista da cidade onde vivo [ainda]. Parece confuso, mas não é. Ou pelo menos tentei deixar claro que se tratava de apenas um afoite policial.

A manhã foi sobre isso. Três entrevistas curtas, mas demoradas nas tratativas. O Resultado foi uma matéria bem abrangente, com vários detalhes e depoimentos completos sobre o caso mais atual. E uma promessa de revelações sobre o caso de 40 e poucos dias atrás.

Na curta viagem de ida, uma tentativa da chefia para encerrar o mês. Não respondi. O que não significa que quem cala consente. Ao contrário. Foi um silêncio contraditório. Quem quer trabalhar por mais três dias quando se está decido a reportar em outras paragens?

Na curta viagem de volta para casa, uma tentativa de agendar reunião trabalhista. A ideia é fazer o acerto logo. Definir um acordo sobre o valor referente ao tempo de trabalho, férias, entre outros quesitos. De cara uma defensiva, mas também a manifestação de fixar um pacto amigável e registrado na Justiça. Assenti.

Até o momento tudo segue a contento. Amanhã é quarta feira. Dia do sofá para os namorados. Meio da semana para os trabalhadores. Tudo indica que será um dia medianamente bom. Mas não irei me antecipar, mesmo que a poucas horas do dia seguinte, por que afinal, o que é do amanhã, ao amanhã pertence.
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Um comentário:

  1. observando a foto podemos perceber que enquanto ele fala vc escreve. acho um pouco desconfortável conversar ou escutar uma pessoa e não olhar nos olhos. vc não sente isso, pelo menos as vezes?
    será que é por isso que alguns jornalistas preferem gravar a entrevista?
    sem contar que da um trabalho escrever e prestar atenção no outro, kkk

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