quarta-feira, 23 de junho de 2010

O que é do amanhã... [III]


Tem dias que tenho pena da minha bolsa e de mim

Me passei hoje. Sozinha na lida, tive que buscar uma pauta pelas proximidades da base de trabalho. Por sorte não precisei carregar tudo isso que fica dentro da minha bolsa. Ganhei carona. Ela pesa demais sobre os meus ombros para andar a pé. Netbook, bloco, caderno, nécessaire, canetas, celular, máquina fotográfica, cabo de energia são alguns dos itens que a compõe. Ela suporta muito mais...

É difícil produzir duas pautas diárias aqui na cidade, que é pequena. Assim como é difícil ter factual frequentemente. Mas o jornal vai às ruas de terça a sábado e tem que ter notícia local, sem ser só de assessorias. E apurar informações com esse porta tudo a tiracolo, lomba acima ou rua abaixo, não é moleza.

Consegui uma, embora tivesse duas alternativas. Tudo na corrida, na pressão para entrar na edição do dia seguinte. Depois de tudo finalizado é que me dei conta de que havia uma nota de gaveta, com foto ainda, para complementar a pauta do dia. [So sorry] Fica para amanhã. O atemporal é assim, pertence sempre ao amanhã.

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