quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Até, Ale Rocha...


Fonte: Yahoo! Brasil
Vão sentir falta, e me coloco nesse grupo, as pessoas que adoravam um ti-ti-ti de TV com o jornalista e blogueiro Ale Rocha.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

PEC do Diploma é aprovada no Senado

Obrigatoriedade de curso superior para o exercício da profissão de jornalista recebe 65 votos a favor e sete contra
A PEC 33/09, que restabelece a exigência de diploma de Jornalismo para o exercício da profissão de jornalista, acaba de ser aprovada no Senado, por 65 votos a favor e sete contra. A proposta foi apreciada nesta quarta-feira, 30, e deve haver ainda uma segunda votação na próxima semana. O Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul estava em Brasília representado pelos diretores Antônio Barcellos e José Torves. Em seu perfil no Twitter, José Nunes, presidente da entidade, comemorou a vitória: “Viva a democracia. Viva o Jornalismo”.

Ao Coletiva.net, Nunes afirmou que a vitória expressiva mostra que os senadores estão começando a corrigir um erro do Supremo Tribunal Federal, cometido em 2009. “Essa não é uma vitória corporativa ou de uma categoria, mas sim da sociedade pela educação. A aprovação de hoje é uma garantia aos que estão começando a carreira de que sua faculdade tem valor, sim”, vibrou, bastante empolgado.

Além dos dirigentes da entidade, a senadora Ana Amélia Lemos (PP), jornalista gaúcha, afirmou durante a plenária o apoio da bancada de seu partido à proposta e disse que tem orgulho da sua formação na Famecos.

Fonte: Coletiva.net

domingo, 11 de setembro de 2011

É do ofício



Preciso praticar o texto jornalístico. Preciso melhor meu texto. A retomada do trabalho tem me mostrado que se faz necessário adequar a escrita tradicional com a literatura. O new journalism está aí há tempos mostrando a quem quiser que isso é possível. Por outro lado sou tão resistente...
Às vezes gosto dos blocos de palavras pesadas ordenadas no formato tradicional. Coladas na estrutura que ensinam nos bancos acadêmicos. A tal pirâmide invertida. Para mim, alguns assuntos pedem esse formato de cara, como editorias de economia e saúde. Por outro lado, sinto alívio ao poder abusar do estilo novo para falar de um caso de polícia ou ao traçar um perfil.
No entanto, passo acreditar que deve haver um meio termo para falar de commodities, por exemplo, sem deixar o leitor que se aventura no tema, entediado. O trabalho de assessor de imprensa faz exercitar a criatividade do profissional, pois temos que oferecer algo instigante aos colegas das redações. O follow-up fica mais fácil quando há interesse no produto do cliente, já no título do e-mail. Quem dirá na leitura do release...
O que sei é que o tempo urge nessa questão: aprimoramento profissional. Sempre! Afinal, quem quer progredir, crescer na carreira, evoluir, precisa prestar atenção no seu metier.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Diploma: 40% dos registros aos sem formação

Izabela Vasconcelos

De cada dez jornalistas registrados no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), quatro são profissionais sem graduação específica na área. É o que revelam os dados analisados entre entre 1º julho de 2010 e 29 de junho de 2011 pelo MTE, após a formalização das normas para os registros de jornalistas com e sem graduação na área.

Neste período foram concedidos 11.877 registros, sendo, 113 entregues mediante a apresentação do diploma de Ensino Superior e 40%, ou melhor, 4.764 por meio da Decisão/STF, a partir da ordem do Supremo Tribunal Federal, que em junho de 2009 extinguiu a obrigatoriedade da graduação específica em jornalismo para o exercício da profissão.

Não diplomados é recorde em SP

O Ministério do Trabalho também aponta que o estado de São Paulo registrou mais jornalistas sem diploma do os graduados na área. Dos 5.506 registros, 2.853 foram concedidos a profissionais não diplomados, contra 2.653 a jornalistas graduados na área.

Fonte: Comunique-se

quarta-feira, 29 de junho de 2011

PEC do Diploma - JÁ!

Estou dois meses atrasada. É como se eu tivesse morrido e o Jornalismo Vida e Morte virasse um blog fantasma. Mas volto a postar aqui, brevemente, para comentar a passagem de uma data que marca o desrespeito ao profissional diplomado. Àquele que dedicou tempo e circunstância a sua formação técnica e teórica. A cada jornalista que, sob chuva e sol, lutou para ter sua profissão reconhecida, respeitada e digna.

Mesmo atrasada, também, quase duas semanas, registro aqui o ato promovido pelo Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul na data de 17 de junho. Neste mesmo dia, só há dois anos, ministros do STF decidiram que não era mais necessário exigir o diploma para exercer a profissão. E desde então se formou um movimento nacional em prol da PEC do Diploma.

Muitos cidadãos acreditam que não seja importante a formação acadêmica. Inclusive alguns colegas graduados. Porém, já li tantas bestialidades, outras tantas visuais e também por rádio e na internet... Despreparo técnico [e cultural], que, um profissional diplomado pouco cometeria, embora este também não esteja ao todo imune a erros. Mas creio que a probabilidade de falha no processo de comunicação de um fato, um acontecimento, pode ser muito maior.

Sim. A qualidade da informação está comprometida. Ainda mais. E num momento de ressentimento vos digo: Só, por favor, quando for reclamar do trabalho da categoria - também quando não mais poderá ser feita distinções -, não procure o órgão de classe ou a empresa de comunicação. Vá chorar as pitangas com o ministro Gilmar Mendes e seus colegas lá no Supremo Tribunal de Justiça. Afinal, num país de semi-analfabetos, quanto menor o nível educacional, melhor todo o resto.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

5 razões para você não desistir de ser jornalista

De Duda Rangel do blog Desilusões Perdidas

1. Convença-se de que ser milionário não é tudo.
Pouca gente acumula uma fortuna só trabalhando. O lance é não ser escravo do dinheiro e lembrar que vida de milionário também tem suas chatices. Já imaginou como é foda só poder ir à praia cercado de seguranças, como a filha da Xuxa? Viver a neurose de dirigir um carro blindado? Nada como a liberdade do pobre. Posso ser feliz com a pouca grana dos meus frilas. É possível ter dignidade mesmo bebendo Kaiser e com plano de saúde do sindicato.

2. Saiba que o fim da exigência do diploma não é o fim do mundo.
Agora que você já malhou o boneco do Gilmar Mendes no sábado de Aleluia e extravasou toda a sua raiva, respire fundo e comece uma nova etapa em sua carreira. Invista em você, seja diferenciado no mercado e desbanque a concorrência descanudada. Não lamente o tempo que você passou na faculdade. Quem não a cursou jamais saberá o que é uma festinha numa república ou uma partida de truco durante a aula de Sociologia.

3. Perceba quando você não saberia ou odiaria fazer outra coisa na vida.
Você acha que vai fazer sucesso como garoto de programa com essa barriga ridícula de chope? Você acha que vai abrir a sua assessoria de imprensa e se tornar um magnata da comunicação com essa sua vocação empreendedora de bosta? Você acha que vai ser feliz como corretor imobiliário se detesta tal profissão? Quando você descobre que o jornalismo está no seu sangue, doe-se a ele, apesar de todos os perrengues.

4. Acredite que ninguém morre de tanto trabalhar.
Taí o Silvio Santos que não me deixa mentir. O homem do Baú tem quase 80 anos, cuida de suas empresas, grava programas na TV, interage com as colegas de trabalho, vai ao Jassa e, quando chega em casa à noite, ainda dá um pega na dona Íris. Ops, acho que exagerei nesta última parte! E jornalista, mesmo com os plantões, tem o privilégio de viver uma rotina sempre nova e muito mais excitante do que à de um burocrata do mercado financeiro.

5. Descubra que ser jornalista tem lá suas vantagens.
Quem não adoraria viver e construir a História, saborear experiências reservadas a poucos, ter o poder da palavra, ganhar o elogio de um leitor que adorou a sua matéria? E, principalmente, quem não curtiria um jabazinho, uma viagemzinha, um convite vip e uma boca-livre aqui e ali?

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Mil e uma oportunidades



A vida profissional transcorre bem parecida com a pessoal. Por isso digo: há 1001 oportunidades esperando por cada um que se empenha em ter qualidade no seu dia a dia. Mas, para enxergar todas essas chances é preciso estar aberto para novas atividades e áreas de atuação. Ou ter a iniciativa – a vontade - de inovar. É bom para o mercado, é bom para a carreira. Depois é só correr para o sucesso [de certo...].

[21 de fev. de 2011]

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Dia do repórter

Tem dia para tudo nesse mundo bobo em que vivemos. Mas este, em especial, é válido. Já fui repórter e sei da felicidade e das agruras do dia a dia. Portanto, faço minhas, as palavras de homenagem do sindicato:

16 de fevereiro é o Dia do Repórter
O Sindicato dos Jornalistas Profisisonais do Rio Grande do Sul parabeniza os repórteres, profissionais que vão a campo para buscar a célula básica do Jornalismo - a informação. Sob chuva ou Sol, efrentando adversidades, distâncias, desconfiança e algumas vezes até ameaças, esses profissionais são motores dos jornais, revistas, rádios, emissoras de televisão, e mais recenemente da Internet. Cabe ao repórter colher os fatos que, ao vivo ou depois, serão levados ao público como um flagrante do cotidiano ou para mudar os rumos de uma nação.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Em busca de [boas] oportunidades


2011. Um novo tempo precisa de decisões recentes e inovadoras. Novos rumos. Novos projetos. Por isso, estou consultando uma coaching para me orientar no redirecionamento de minha carreira. E o que parecia ser uma simples tarefa, é algo mais complexo.

Não basta apenas ter um bom currículo. O que, sinceramente, confesso: não tenho [agravante número 1]. Mas ele tem que estar bem apresentável esteticamente e ainda conter informações subjetivas, latentes. Do tipo que um bom gestor de recursos humanos sabe reconhecer, assim que visualiza o documento. É nessa fase em que me encontro.

Depois, deverei encaminhá-lo de duas formas. Ao responder um anúncio ou quando busco oportunidade por iniciativa própria. Para cada uma dessas situações eu saberei como selecionar as informações e apresentá-las também. Faz parte da consultoria. Assim como também a produção de uma carta de apresentação.

Além disso, a minha coaching – que é maravilhosa, além de ser minha prima – também me ajudará a como direcionar a minha carreira. Sim, estou em dúvidas. Não sei em que área investir: se em Comunicação Empresarial, que amo e tenho experiência, ou se em Jornalismo Digital, área nova que cativa profissionais que buscam atualização.

Mas como ela mesma me disse, a prioridade é me recolocar no mercado de trabalho, neste primeiro momento. E assim que estiver estabelecida, buscar qualificação, especializações e oportunidades na área de interesse. Em resumo, aos poucos, estou voltando à ativa e ao que tudo indica, será um ano de grande crescimento profissional.